quinta-feira, março 15, 2007

O encontro... espero que seja eterno.

A verdade me assombra e me atrai... Às vezes me deixa tão confusa... Acho que às vezes me perco mesmo.
Mas não falo de fatos, mas do que os move. Os fatos são apenas representações distorcidas da verdade, pois com ela estamos desacostumados. Logo, o que é falso parece verdadeiro e o que é verdadeiro perturba.
E quando me perturba fico vejo atraída. Completamente atraída por entendê-la, interpretá-la, conhecê-la.
Mas não falo de coisa pequena, como se fosse contada, falo da coisa que vive. Embora escondida, mas arde. Ai... parece louco, mas sinto o que estou falando.
Lembram, quando eu falei dos esconderijos das pessoas? Pois é, essa é uma verdade, ainda que camuflada, que me atrai. Verdades camufladas por palavras e gestos. Verdades escondidas atrás de mentiras inventadas para diminuir a dor, a frustração, o desamor.
Ou seria a dor, a frustração, o desamor pela falta de conhecimento da verdade? O que não conhecemos nos confunde e por isso nos escondemos do que não sabemos. Criamos coisas que expliquem o que não sabemos.
Envolvemos-nos a essas coisas, nos agarramos a elas, e vivemos cheios de falsas explicações... Entendimentos... Verdades. E vivemos anos sob essas “verdades”, pois se tornam explicações para o que não entendemos. Abandoná-las, então, jamais!
Dependemos delas... Dependemos de mentiras. Que coisa terrível...
Tenho me encontrado com algumas verdades. Ando confusa é claro, não fugiria a regra. Mas me sinto viva!
Tem dia que dói. Mas repito o que disse a uma amiga está semana: só eu posso viver isso e nem que fosse possível, deixaria que outro vivesse.

Ana.

Peço aos outros que apareçam.

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