Hoje, ouvi que quem ama não teme. Também ouvi que amor não é educação e nem mesmo cortesia.
Amor é amor.
Por crer nisso, resolvi logar no confessionário e escrever sobre o que, por hoje, lembrei do que é amor...
Amor não é diplomacia, gentileza, parcialidade. Nem parcialidade disfarçada de imparcialidade. O amor nem sempre é claro, mas é sempre verdadeiro.
E como verdade é doloroso, impactante, esforçado e obtido por esforço. Sendo assim, não é sentimento, apesar de produzi-lo.
Posso dizer, sem dúvidas, que amor é uma escolha, apesar de não ser uma opção... não para os que desejam viver. Para estes, ou ama-se ou ama-se.
Amor não é calmaria, é espada. Ele corta, “separando alma e espírito, juntas e medulas, e é capaz de discernir os pensamentos e propósitos do coração”.
O amor busca o bem, não somente o deseja. Nem sempre é conveniente. Na verdade é completamente inconveniente: se intromete, se envolve, se mistura.
O amor que não constrange... neste eu não acredito.
No que se refere a amar, sou deficiente. Deficiente também sou em recebê-lo. Recebo do tanto que me cabe amor.
Ana.
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