Sabe o que tem sido primazia? Intensidade.
Não o fazer em si, mas o fazer por inteiro. O fazer por fazer não faz a menor diferença. Importa-me fazer porque preciso fazer. Não necessitando ser regra e muito menos esperado. O que é feito há de ser em si, todo.
E mesmo o não fazer, tem que fazer todo sentido. Intenso como o que é feito. O não fazer parece ainda melhor quando o esperado é que se faça alguma coisa. E mais ainda, quando feito com total desprendimento de ter suprido expectativas. Este com certeza é o melhor não fazer. Que preciosidade! Que liberdade!
Fazer deixa de ser, necessariamente, uma ação e passa a ser uma opção, entende? Ainda que depois haja uma ação. Ou não. Fazer deixa de ser obrigação e passa a ser liberdade... Ah que coisa maravilhosa.
Então, deixa-se de ser resultado. Soma, multiplicação ou subtração de coisas acontecidas ou que estão prestes a acontecer. Passa-se a ser escolha, decisão, convicção.
E o fazer errado? E quem falou em certo? Fala-se em certeza, jamais em certo. O certo fica para os que de si esperam muito ou muito pouco. Impedindo-se assim de correr riscos, passar ridículos, viver fracassos e mesmo alcançar êxito.
Eu quero esperar o que posso dar. O impossível fica pra ser conquistado.
Ana
*beijos a todos.
2 comentários:
Nossa, Ana, quanta inspiração. Fico feliz e ao mesmo tempo pensativo por ler algo desse calibre. E, mais ainda, por ver um sinal de vida no Confessionário.
Muitos beijos.
Adagga
Oi meu querdio Addaga,
depois de um tempo adormecido alguém posta alguma coisa...
Um grande beijo pra ti.
Ana
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