A liberdade de que Ana fala em seu texto me fascina.
A liberdade de querer e não querer. Fazer sem a preocupação de acertar ou não. A certeza do sentir sem medir o quanto e sem a preocupação com a recíproca.
A coragem de andar de asa-delta, de alçar vôo, lançar-se no abismo sem a ceterza do pouso seguro.
Hoje, sinto-me livre novamente, com asas maiores do que antes e uma prudência por vezes incômoda, porém, necessária.
Billie Jean
Um comentário:
Oi querida Billie,
Quanto ao “feito”, aproveito quando o percebo. Liberdade ansiada, às vezes saboreada pelas beiradas, sem a possibilidade de sabê-la por completo. Mas a beirada, ah essas beirada...como é maravilhosa.
Ana
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