Sinceramente não sei que "deus" é esse que inventaram. Assemelha-se ao Gênio da Lâmpada, onde as esfregadas representam as fortes “orações” dos que crêem no próprio poder. No poder que ao ser intensificado através de rituais, meras formas e formulas de se orar, fazem com que o gênio saia para atender os dez mil desejos de seus “achadores”. Como se Deus pudesse ser achado e como se pudesse caber dentro de uma lâmpada.
A destacar que a historia da lâmpada do Aladim é bem menos presunçosa, pois só oportuniza a realização de três desejos, azar de quem não aproveitá-los. Já este novo deus foi criado para atender os anseios de uma vida melhor. Melhor??? Melhor não, perfeita.
Aí fica a frase: Deus é Deus.
Soberano, não cabe dentro de nossos rótulos, “verdades”, religiosidade, costumes, valores ou qualquer outra lâmpada que tentemos colocá-lo.
Ana
2 comentários:
Realmente.. Hoje "deus" veste gravata, assina contratos, te oferece um bom carro, casa, casamento e dinheiro no bolso. Também não vejo com bons olhos esse "deus" de "espírito capitalista e ética protestante", prefiro aquele Deus das velhas e sempre atuais palavras que queimam os pensamentos e ensinam a viver como deve ser.
Um beijo, Anicita.
Adagga
Adagga, estás intimo hein!?
Anacita...ahahahahaha...adorei!
Mas voltando ao "deus". Hoje se vende um deus, um jesus, um mágico, que de Senhor passou a servo.
Aff... Semana passada ouvia uma moça que vendia uma religião com uma propaganda realmente provocante.
No outro dia estava decidida a manter a mais segura distância a fim de evitar que minha língua sem papa se manifestasse na mais profunda revolta e agonia.
Com certeza eu não seria nada gentil.
Nasce então um desabafo.
Beijos
Ana
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