sábado, julho 29, 2006

Coisa boa!

Lord, tu não imaginas a doçura que teu comentário passou.
Gostei muito do que li. Puxa como é gostoso ouvir coisas boas!
Tu conseguiste me descrever tão bem, não por completo é claro, mas conseguistes perceber alguma coisa. Gostei da proximidade dos comentários.
Tu tinhas que me colocar dessa forma (interrogação-mor)? Imagina que eu já sou perseguida por isso. Porem, hoje, as interrogações em sua maioria não me fazem parar. Com tudo, não sei onde posso chegar se, também, não parar para respondê-las ou pergunta-las. Não que eu venha a encontrar respostas para todas as perguntas, mas que eu venha a percorrer um caminho de descobertas.
E mesmo que eu encontre algumas delas, percebo que não posso fazer muita coisa Simplesmente aceito. Aceito o bom ou o ruim. Não falaria de certo e errado. Estou quase certa de que isso não existe. Parece loucura, mas sei que é impossível erros não acontecerem, logo não são erros são fatos. Que podem ser bons ou ruins. Mas erros e acertos, isso é terrível. Bom, é o que outro dia eu pensava e ainda não “despensei”.
Quanto a maneira que eu escrevo, de fato não paro muito pra perceber a estruturação ou sei lá o que, como o texto esta escrito. Vou pensando e escrevendo. Quando me preparava para o vestibular, a minha professora de redação falou que eu tinha uma ótima qualidade: escrevia o que vinha a minha mente e escrevia muito. Mas na hora da estruturação, eu não era nem um pouco talentosa. Acho que isso se manteve vivo ate hoje!
Outro beijo.

Ana

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