Vaidade: subtamente me dei conta que sem ela não fazemos nada além do simples existir. Um curso, um trabalho, um salário, um filho, um livro.... tudo é, no fundo, movido por essa idéia de auto-importância. Não posso dizer que seja ruim ser vaidoso. Acho que, no fundo, no fundo, sem vaidade não se anda.
Ignorância: li recentemente um livro muito bom sobre o tema
http://www.rocco.com.br/shopping/exibirlivro.asp?Livro_ID=85-3251837-0. Mas, como o lance aqui é falar sem copiar (graças!), compartilho com vocês a angústia que sinto a cada "Caros Amigos" que leio, a cada prova que a humaniundade nos dá de que não vivemos em um estado, país ou mundo sérios. Como diria Agostinho Ramalho: "paga-se um preço de angústia por conhecer". Agora vou indo, que tenho que matar um grilo (mesmo).
Seth
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