Eis que estou, feito sementes, plantando metafísicas experiências num espaço que engrandece a alma humana, elevando os sentimentos e enxergando em outras criaturas respostas inesperadas para circunstâncias outrora consideradas atípicas. Valentino Pepa, nascido e criado em becos culturais e amante da boemia, apresenta sua sua humilde contribuição para os companheiros das letras. Peço perdão, pois jamais gostaria de me indispor com uma dama, mas minha espontânea Guilhermina, o "show" tem que continuar e isto não significa um alto grau de complexidade no uso das palavras, é mais que isso; é a tentativa de materialização da alma em frases e sentidos. E fazê-lo com desdém, é o mesmo que mostrar um ser vazio.
Deixo-lhes versos com cicatrizes recentes.
Lágrimas Tardias
Escrevo por que há razão
No inconsciente, na intuição
De saber o que não e visto
E ver o que não e real
Registro,
Não apenas por ter certeza de minhas incertezas
Faco-o,
Não para incomodar
Mas para lavar minha consciência
E para que possam saborear
O Brilho que jamais terão
E que sentirão saudades
Quando o espetáculo terminar.
Valentino Pepa
Um comentário:
Valentino, vc mostrou-se um verdadeiro cavalheiro na forma como abordou nossa querida Guilhermina. Revelou-se não só educado, como doce e extremamente sensível pela maneira linda como se dispôs a expor suas "cicatrizes recentes".
Cris Moreto
Postar um comentário