Mas eu adoro a Ana, já me apeguei a ela. Estava sentindo falta de suas dúvidas e indagações. Sem querer é óbvio, subestimar os restantes. Porém devo confessar que Ana me encanta.
Não sei porque me apeguei tanto a ela. Costumo não ter muita paciência com mulheres confusas e tão sensíveis, mas a Ana realmente me toca. Ela me parece tão sincera, tão franca. Me passa a impressão de tanta verdade, sem a preocupação com a estética ou a sonoridade do texto. Ela simplesmente, pensa e digita. E isso é raro em um meio como este em que todos acabam deixando-se dominar por uma certa vaidade, com já diria um conhecido de nossa amiga Carlota.
Por isso esse beijo vai especialmente à nossa interrogação-mor: Ana, simplesmente Ana.
Lord Strangford
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