A Ana me encanta. E não somente pelo seu nome, que coincide com o de alguém que eu tanto gostei, mas principalmente porque ela é simples assim: lida com as palavras com a delicadeza de uma Ana, opina de forma branda e coerente e é de uma raiva explosiva e ao mesmo tempo respeitosa. Ela realmente me encanta.
Mas o que eu acho mais interessante é que de alguma forma ela mexe com minha atenção. Não é uma sacudida como aquelas que o BoB dá nos Confessioneiros (gostaram?!), onde as pessoas ficam afoitas em dar uma resposta ao que soa como absurdo para alguns e lógico para outros. Não. A Ana simplesmente me dá uma cutucada com o cotovelo, uma pisadinha no pé ou um aceno com as mãos, e isso muito me encanta.
Até me arriscaria, no calor do meu post, a imaginar como seria uma Ana como a que nos acompanha no confessionário, mesmo que eu esteja errado. Talvez seja uma mulher que não dispensa calça jeans, adora camisetas com desenhos e tem os cabelos cacheados. Moderna, porém simples, informada na medida do possível e amante de bons livros. Penso que mantém a cautela no amor, mas é uma romântica de dar inveja aos apaixonados... Bom, eu teria muito mais a dizer, mas não vou me ater a mais detalhes, embora eu os tenha, mas que não convém cogitar por serem frutos de uma inquieta imaginação. Até porque dela eu só conheço meramente as palavras – estas que, confesso, tanto me encantam.
Viva à Ana!
Victor Adagga
2 comentários:
Obrigada Adagaa.
Você foi muito generoso na sua tentativa de me descrever. rs
Posso afirma duas coisas: não uso camiseta com desenho, mas também não dispenso a calça jeans!
Um beijo.
Ana
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